Posted by Fernando Quadro on Dec 31, 2008 in
Diversos,
WordPress

O ano ainda nem acabou, mas resolvi trocar o tema e começar o ano com um novo tema no blog. O tema escolhido foi o Desk Mess, desenvolvido pelo site Geek with Laptop.
Realizei alguns teste, e aparentemente todas as funcionalidades estão funcionando perfeitamente, caso alguém perceba algo de anormal, por favor, peço que me avisem.
Quem estiver acessando o site via feed, peço para que entre no site para ver o novo tema, e deixar a sua opinião.
Espero que tenham gostado da mudança.
Tags: Themes, WordPress
Posted by Fernando Quadro on Dec 31, 2008 in
Diversos

Quero desejar a todos um ótimo ano de 2009, que ele seja melhor que 2008, e que consigamos alcançar nossos sonhos tanto pessoais como profissionais.
Que em 2009 a crise acabe, o pobre seja menos pobre, e a PAZ reine sobre este planeta, que tanto precisa de PAZ, acredito que todos desejem isso, por isso espero que cada um faça a sua parte para que a cada ano tenhamos um mundo melhor.
F E L I Z A N O N O V O
Tags: Ano Novo, Diversos
Posted by Fernando Quadro on Dec 30, 2008 in
Diversos

O ano de 2008 foi um grande ano para mim, pois muitas mudanças ocorreram, e muitas coisas boas aconteceram.
No lado profissional as mudanças foram as trocas de empresas. Este ano muitas portas se abriram, e obtive diversos convites de trabalho. Hoje estou em uma grande empresa de Florianópolis, trabalhando na área de Geoprocessamento, utilizando ferramentas como o GeoServer e OpenLayers.
Este ano a comunidade GeoServer-BR também cresceu bastante, a lista de discussão foi bem mais utilizada que no último ano, e o GeoServer tem sido adotado aos pouco no Brasil. Ainda não somos uma comunidade tão grande quanto a do MapServer, mas estamos no caminho.
Infelizmente não pude estar presente no Latinoware deste ano, mas espero que em 2009 possa estar presente, e que o ENUM (Encontro Nacional de Usuários MapServer), seja ressucitado talvez com o nome de FOSS4G Brasil, já que o encontro não é mais focado especificamente no MapServer.
Ainda falando de GIS, algo interessante que aconteceu já no final do ano, foi o convite da equipe do uDig para coordenar a equipe de tradução do mesmo, para o português brasileiro, junto com Ricardo Pinho (do GISVM) que coordena a equipe de tradução do português de portugal.
Espero que o ano de 2009 seja tão bom quanto o ano de 2008, e se possível ainda melhor. Pois esse ano foi realmente muito bom. Feliz Ano Novo a todos!
Tags: Diversos, Natal
Posted by Fernando Quadro on Dec 29, 2008 in
OpenLayers,
Tutorial
No módulo 2 nós vimos que era possivel carregar imagens através do WMS, e também carregar as feições das geometrias através do WFS. Neste módulo iremos explorar um pouco as funcionalidades do OpenLayers quando se trata de dados vetoriais.
Módulo 4: Vetores
1. Formatos Vetoriais
Com o OpenLayers é possível ler e escrever em diversos formatos de dados vetoriais serializáveis como o GeoJSON, KML, GeoRSS, GML e WKT.

Você pode também utilizar as ferramentas de desenho para desenhar pontos, linhas e polígonos no seu mapa, não apenas para criação, como também para edição das feições e dos seus atributos.
Se você possuir o Google Earth, poderá visualizar suas camadas nele, bastanto para isso que você gere um KML (através de uma requisição WMS, ou indo diretamente no cliente OpenLayers do seu GeoServer), e abra-o no Google Earth.
2. Estilos
Uma das razões para utilizar dados vetoriais, é que com o OpenLayers você tem o poder de controlar o seu estilo, ou seja, a forma como ele irá aparecer no mapa para o cliente.
Por padrão, as feições desenhadas pelo OpenLayers são laranja. Porém os estilos são totalmente customizáveis, bastando para isso que você tenha um arquivo JavaScript definindo o estilo, ou um arquivo de estilos externo (um SLD do GeoServer, por exemplo).
O exemplo abaixo foi gerado a partir de uma requisição WFS ao GeoServer. A camada foi desenhada utilizando cores baseadas na população.

Veja no código fonte do exemplo que adicionamos um nova propriedade:

A propriedade styleMap do layer foi setada para myStyleMap, veja:

Neste caso nós inicializamos o StyleMap com um hash de estilos. Este hash pode possuir as seguintes propriedades:
- default - estilo que será desenhado na inicialização do mapa;
- select - estilo que será desenhado quando alguma feição for selecionada;
- temporary - estilo que será desenhado com estilos que devem ficar temporariamente no mapa.
Nosso exemplo utiliza o padrão. Observe que quando você colocar o mouse em cima do mapa, o estilo irá mudar, isso porque um estilo diferente é utilizando quando o mouse passa em cima das feições.
Veja como ficou a definição dos estilos:

Tags: Introdução OpenLayers
Posted by Fernando Quadro on Dec 26, 2008 in
OpenLayers,
Tutorial
Continuando a nossa série de posts sobre o OpenLayers, hoje iremos tratar dos controles.
Módulo 3: Controles
No OpenLayers, é através do controle que é possível realizar a interação do usuário com o mapa. Alguns controles tem um representação visual e outros são invisíveis para o usuário. Quando você cria um mapa com as opções padrões, você cria com controles padrões visíveis. Este controles padrões permitem que o usuário navegue pelo mapa tanto com o mouse como os os botões. Adicionalmente existem outros controles que você pode adicionar ao seu mapa, e é isto que vamos ver agora.

Figura 1. Mapa de Funcionalidades
1. Controle Padrão
O controle padrão já é criado automaticamente quando você inicializa o seu mapa, e não necessita de comandos para a criação.
2. Escala

Este comando insere a escala no canto inferior esquerdo do seu mapa, conforme indica a Figura 1.
3. Referência

A referência pode ser adicionada como foi demonstrada acima, ou caso você prefiro é possível defirnir qual imagem irá aparecer dentro da referência, para isso você deve escrever o seguite código:

4. Lista de Camadas

A Lista de camadas (LayerSwitcher), é onde você pode ver quais camadas estão disponíveis para visualização, quais estão ativas, as camadas base, e também pode ativar/desativar as camadas conforme a sua necessidade de visualização.
5. Ferramentas de Edição

As ferramentas de edição são utilizadas quando há necessidade de editar ou criar novas geometrias diretamente no mapa.
6. Coordenadas

Esta funcionalidade indica o par de coordenadas conforme o posicionamento do mouse.
Veja como ficaria o código de um mapa com as funcionalidades descritas acima:

Tags: Introdução OpenLayers
Posted by Fernando Quadro on Dec 25, 2008 in
Diversos

Para muitos esse pode ser um Natal como um outro qualquer, dia em que a família se reune, troca presentes, ceia junto. É… no meu Natal também vai acontecer tudo isso, como acontece todos os anos, porém algo diferente também irá acontecer.
Eu não poderia deixar que esse ano acabasse de outra forma. Depois de tantos acontecimentos que envolveram minha vida, tanto do lado profissional como do lado pessoal eu resolvi tomar uma decisão muito importante, dar uma passo a mais na minha vida.

Hoje, eu assumi um compromisso maior ainda com a pessoa com a qual amo, e que já está a meu lado a mais de 5 anos. Hoje eu pedi a mão da minha namorada em casamento, e este post é direcionado exclusivamente a ela, como uma forma singela de homenagea-la por todos esses anos maravilhosos que já vivemos juntos, e por esse marco, que é mais um passo em nossas vidas nossa felicidade eterna juntos.

Dani, quero que você saiba (e que todos saibam) que você é a pessoa mais importante da minha vida, e que ter você ao meu lado é uma dádiva divina.
E ENTÃO…
…CASA COMIGO?
Posted by Fernando Quadro on Dec 24, 2008 in
Diversos
Desejo a todos os leitores, amigos e visitantes um FELIZ NATAL com muita alegria, saúde e principalmente PAZ.
Que Deus abençõe a todos.
Tags: Diversos, Natal
Posted by Fernando Quadro on Dec 23, 2008 in
GIS,
GeoServer
Acaba de ser disponibilizado para download uma nova extensão para edição de estilos SLD no GeoServer. Ela se chama GeoExt, um projeto recém criado que utiliza as bibliotecas JavaScript OpenLayers e ExtJS.

Foi disponibilizado também um pequeno tutorial que dá algumas instruções de como utilizar a biblioteca no GeoServer. Este é o Presente de Natal da equipe do GeoServer.
Fonte: GeoServer Blog
Tags: GeoExt, GeoServer, GIS
Posted by Fernando Quadro on Dec 23, 2008 in
humor

Fonte: Nerdson
Tags: humor, Natal
Posted by Fernando Quadro on Dec 23, 2008 in
OpenLayers,
Tutorial
Começamos ontem uma série de posts sobre o OpenLayers, onde iremos abordar as funcionalidades disponíveis nesse framework. Ontem começamos pelo básico, apresentando a estrutura de um mapa e suas camadas, hoje trataremos mais a fundo as propriedades das camadas (layers).
1. Módulo 2: Camadas
Cada mapa no OpenLayers poder ter uma ou mais camadas. A camada contém toda a informação espacial que o usuário visualiza no mapa.
Existem diferentes tipos de camadas. Algumas camadas podem ser solicitadas como “tiles”, ou seja, pedaços que irão compor o mapa. Temos dois exemplo para isto os layers utilizados através do protocolo WMS (Web Map Service), e também os layers proprietários como os do Google e Yahoo. Outro forma é carregar os dados da camada, para isso é possível utilizar o padrão WFS (Web Feature Service), que retorna todas as informações disponíveis.
2. Camadas WMS
O arquivo 1-basico.html criado no módulo anterior usa uma camada WMS. WMS é um acrônimo para Web Map Service. Ele é um protocolo definido pela OGC (Open Geospatial Consortium) para comunicação de dados espaciais renderizados como imagem.
Uma camada WMS é criado no OpenLayers através de quatro parâmetros, sendo que o último é opcional.
- name {String} Nome da camada
- url {String} URL do serviço WMS (e.g. http://wms.jpl.nasa.gov/wms.cgi)
- params {Object} Um objeto com informações para o método GetMap
- options {Ojbect} Opções extra de configuração
Mais informações sobre a classe WMS Layers podem ser obtidas na documentação online. Você pode também realizar algumas modificações no seu exemplo trocando as camadas para isso você pode acessar o site WMS Site, e escolher as layers que deseja visualizar no seu mapa. Use o arquivo 1-basico.html para isso, ou crie um novo.
3. Camadas Comerciais
Além das camadas que são de acesso público, você pode também adicionar ao seu mapa camadas comerciais. O OpenLayers dá suporte as camadas do Google Maps, Yahoo Maps, Virtual Earth e MultiMap.
Veja o exemplo abaixo, como ficaria a adição de uma camada do Google Maps no seu mapa (Clique na imagem para vê-la no tamanho real).

4. Camadas WFS
Nesta seção criaremos camadas WFS. WFS é um acrônimo para Web Feature Server, um padrão da OGC. Ao invés do WFS retornar imagens ele retorna dados serializáveis, no padrão GML, dos vetores. Camadas solicitadas por WFS no OpenLayers são transformadas em pontos, linhas, polígonos no seu navegador. Veja na imagem abaixo como ficaria um mapa com uma camada WFS:

Tags: Introdução OpenLayers
Posted by Fernando Quadro on Dec 22, 2008 in
OpenLayers,
Tutorial
Estou começando hoje uma série de posts sobre o OpenLayers, com o intuito de criar uma documentação básica sobre ele em português tendo em vista que praticamente ela não existe.
Todo o material que vou publicar nessa série, é com base no Workshop ministrado pela equipe da OpenGeo (norte-americana) no FOSS4G 2008 na África do Sul. Então vamos começar:
1. O que é o OpenLayers?
É uma API Javascript que fornece funcionalidades para criar mapas na web oferecendo as funções básicas para disponibilizar seus dados espaciais.
2. Módulo I: Básico
Iremos começar com um exemplo básico. Para isso você deve criar uma pasta no seu diretório de documentos do Apache com o nome de ol_workshop, feito isso crie um arquivo chamado 1-basico.html e copie o código abaixo:

Após salvar o arquivo, abra-o no browser e você deverá ver o mapa dos Estados Unidos:

O script acima é executado obedecendo seis passos que serão detalhados abaixo:
3. Passo 1: Carregando a biblioteca OpenLayers

A URL “http://openlayers.org/api/OpenLayers.js” aponta para o local do arquivo JavaScript que será carregado. Como o OpenLayers é OpenSource, você tem a possibiliade de utilizar plugins como o Firebug, e depurar o código Javascript diretamente no seu navegador.
4. Passo 2: O Mapa do DOM

O DIV é um elemento que estamos utilizando para a marcação do nosso mapa. Mais tarde, usaremos o id do div para a criação do mapa.
5. Passo 3: O Objeto Map

Mapas no OpenLayers são representados pela classe Map. Cada objeto map representa um mapa na página. No exemplo acima foi criado um novo mapa utilizando o construtor da classe Map, o OpenLayers.Map com a palavra chave new.
Neste código, nós passamos no construtor um argumento para identicadar o elemento que estamos usando, que definimos no DIV. O construtor pode opcionalmente receber como segundo parâmetro um objeto contento mais parâmetros para facilitar na configuração do seu mapa.
Para maiores informações, a documentação da classe Map pode ser encontrada na página da Documentação do OpenLayers, em inglês.
6. Passo 4: Criando uma camada

O OpenLayers organiza o seu mapa em diversas camadas (layers). Neste código é construída uma camada e adicionada ao mapa.
7. Passo 5: Posição do Mapa

Este código informa ao mapa ajustar o zoom para a sua extensão máxima , que por padrão é de todo o mundo. É possível definir uma extensão passando um parâmetro ao construtor do Mapa.
Para saber mais detalhes sobre os métodos de zoom, leia a documentação.
8. Passo 6: Carregando o Mapa

O código acima, será executado quando a página for criada, e então criará o mapa.
Tags: Introdução OpenLayers
Posted by Fernando Quadro on Dec 22, 2008 in
Curiosidade,
Diversos
Lendo hoje meus feeds no Google Reader, encontrei um texto comparativo sobre Carros e Notebooks, que achei interessante, e que expressa exatamente a minha opinião, então segue abaixo o texto na íntegra:
“Há algumas semelhanças entre a compra de um notebook novo e um carro novo.

Assim como não há um carro ideal, não há um notebook ideal. Tanto o carro como o notebook dependem das necessidades e das disponibilidades do comprador. E tanto em um caso como em outro, não há mágicas: a qualidade do produto é proporcional ao preço.
Os carros mais vendidos no Brasil são Gol, Palio, Celta e semelhantes; são os mais vendidos não porque sejam os carros dos sonhos dos compradores, mas sim porque são os que mais se ajustam aos orçamentos. Da mesma forma, os notebooks mais vendidos no Brasil são de marcas como CCE (que recentemente anunciou ter atingido a marca de um milhão de notebooks vendidos), Positivo, Semp Toshiba e outras, que não primam pela qualidade, e sim pelo preço mais acessível.

Por motivos diversos, pessoas compram carros que claramente vão além das necessidades práticas, como Audis, Mercedes ou até mesmo Ferraris. Da mesma forma, há pessoas que compram notebooks que claramente serão subutilizados; seria como comprar um notebook com Core 2 Quad, 4 GB RAM, tripla placa gráfica para jogar Paciência; ou, em vez de uma Ferrari, comprar um notebook de um milhão de dólares.
E entre esses extremos, há aqueles que fazem um esforço para comprar um carro de boa qualidade a preço justo. Há uma enorme variedade de marcas e modelos de carros, variando desde o modelo pouco acima do básico (um Siena, um Astra, um Fiesta) até aquele que se aproxima do luxo (um Corolla, ou um Civic); consumidores levam em conta aparência, potência, consumo, segurança, ano de fabricação e diversos outros fatores para determinar o carro que mais lhe convém. De forma análoga, há notebooks desde o pouco acima do básico (digamos, um HP com Celeron) até o que se aproxima do luxo (como um Sony Vaio ou mesmo um MacBook); aqui, compradores avaliam aparência, desempenho, dimensões, escalabilidade, ano de lançamento e outros fatores.
O sujeito compra um Fiat Uno e pode ficar muito satisfeito, já que o Uno é melhor que andar de ônibus; mas o comprador sabe de antemão que terá pouca aceleração nas ultrapassagens, vai gastar com manutenção, vai ter atendimento sofrível da concessionária. O sujeito que compra um Civic paga um preço mais alto, mas sabe que dirigirá um carro mais rápido e seguro, que precisará de menos manutenção - e quando essa for necessária, terá um atendimento de qualidade na concessionária.
De maneira análoga, quem compra um notebook de marca desconhecida por R$ 999 deve ter consciência que a máquina é feita com componentes mais baratos (e portanto dará problemas mais cedo), será mais lenta, terá menos autonomia, e, quando necessária, a assistência técnica será sofrível.
Isso não significa que não possa haver tanto um comprador de notebooks CCE que esteja plenamente satisfeito com seu notebook como um dono de Macbook que esteja insatisfeito (da mesma forma que há felizes donos de Uno Mille e decepcionados proprietários de Mercedes).
O que com toda certeza não existe é um carro com as qualidades de um Mercedes que tenha o preço de um Uno Mille.”
Fonte: Notebook Blog
Tags: Carros, Diversos, Notebook